sábado, 8 de setembro de 2007

A IDIOTICE LEVADA AO EXTREMO


Já faz tempo que não é mais possível disfarçar o esquerdismo da grande mídia e, aliado a isso, como todo bom comunista, o expediente da mentira e da falsidade para projetar suas idéias. Mas domingo último, dia 14/11, a Rede Globo se superou. Numa reportagem sobre o guerrilheiro argentino Ernesto Guevara de la Serna, o “Che”, no programa semanal da família brasileira, o Fantástico, não apenas elevou o sanguinário ao nível de herói de guerra - como era de se esperar -, mas efetivamente o elevou à categoria de santo. Um verdadeiro atentado contra o bom senso. Em resumo, a matéria do Fantástico foi um verdadeiro rito de beatificação de um sujeito que além de ateu, como todo bom marxista/comunista, era também anticristão.
Para quem não sabe, Che Guevara iniciou sua vida pública como companheiro de Fidel Castro, na guerrilha de Sierra Maestra, que prometia devolver a liberdade aos cubanos (à época vítimas de outra ditadura, a de Fulgencio Batista), mas que terminou por implantar um regime comunista de partido único, na ilha-prisão.
Vitoriosa a Revolução, Guevara participou de centenas de fuzilamentos de partidários de Fulgencio Batista no “Paredón”. Depois foi premiado com a Presidência do Banco Central de Cuba. Como não entendia nada de economia, mas só de guerrilha e de fuzilamentos, acabou por arruinar o banco, agravando ainda mais o estado lastimável da economia cubana. Depois foi mandado para fazer outras revoluções na Venezuela, Congo e Bolívia. Nesses países, muita gente inocente foi imolada. Por essa época, década 60 do século passado, Che Guevara elogiou, através dos meios de comunicação, a Revolução Cultural chinesa, feita por Mao Tsé Tung. Nessa Revolução Cultural, o tirano chinês comandou a morte de milhares de pessoas. Teve casos de chineses que morreram porque usavam calça jeans.
Não obstante, a ideologia cruelmente assassina que motivava Che e seus camaradas nem sequer foi mencionada pelo Fantástico, que preferiu entrevistar uma senhora boliviana que construiu um altar para cultuar o assassino e louvar a alma desse sujeito realmente divino.
Há tempos que a sociedade está sendo vítima de uma grande campanha de inversão de valores, onde policial se tornou sinônimo de bandido, militar sinônimo de sujeito cruel e despudorado, ao mesmo tempo em que bandido tornou-se sinônimo de justiceiro excluído e, agora, assassino passou a ser santo.
Pior que isso é que, sobretudo os jovens que assistem um crime televisivo como aquele patrocinado pelo Fantástico acabam sendo vítimas da desinformação e vão procurar inspirações para suas almas bem intencionadas em sóciopatas travestidos de justiceiros e amantes da paz. Não é à toa que Che Guevara tornou-se um ícone para a juventude bem pensante, transformado-a em idiotas úteis a serviço de uma ideologia funesta.
Talvez, domingo, o culto seja para outra alma divina que, esquecida pela Igreja, a mídia presta socorro e o santifica no altar do secularismo.


Por Lucas Mendes.


P.S: Espero que algum incauto que ainda idealiza esse ser funesto leia este post.

JACK, O ESTRIPADOR: BIZARRO OU GENIAL?


Morta em 8 de setembro de 1888, Annie Chapman (nome de solteira: Eliza Ann Smith; apelido: Dark Annie), foi a segunda vítima de Jack, o Estripador.

Jack o Estripador (Jack the Ripper) foi o pseudônimo dado a um serial killer não-identificado que agiu no miserável bairro de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta enviada por alguém que dizia ser o assassino, publicada nos jornais na época dos crimes. Embora diversas teorias tenham surgido desde então, a identidade de Jack o Estripador nunca pôde ser determinada.
As lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de verdadeiras pesquisas históricas, dando combustível a teorias conspiratórias e folclores duvidosos. A identidade não confirmada do assassino fez com que vários comentaristas, historiadores e leigos apontassem seus respectivos dedos na direção de vários suspeitos. Os jornais (cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época) deram ampla cobertura ao caso devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia de efetuar a captura do criminoso, que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.
Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Os assassinatos típicos do Estripador eram cometidos em locais públicos e semi-desertos; a garganta da vítima era cortada, e depois o cadáver submetido a mutilações no abdômen ou em outras partes corporais. Muitos acreditam que as vítimas eram primeiro estranguladas, para não provocar barulhos. Devido à natureza dos ferimentos em algumas dessas supostas vítimas, muitas delas com os órgãos internos removidos, especula-se que o assassino tinha algum conhecimento médico ou cirúrgico, ou que até mesmo fosse um açougueiro, embora este ponto, assim como na maioria das suposições sobre o criminoso e os fatos que o circundaram, seja uma questão controversa.

O TERROR RONDA A CASA BRANCA


Osama bin Laden disse em um novo vídeo, alusivo ao sexto aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, que os Estados Unidos continuam vulneráveis, apesar do seu poderio militar e econômico, mas não fez ameaças específicas.
Em seu primeiro vídeo em quase três anos, o líder da Al Qaeda diz que o presidente dos EUA, George W. Bush, repete os erros da ex-União Soviética ao não admitir a derrota no Iraque.
Num sinal de que a gravação de quase 30 minutos é recente, Bin Laden cita o novo primeiro-ministro da França, Nicolas Sarkozy, e o novo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
A TV Reuters obteve as imagens junto a um europeu que monitora a Internet. Sua autenticidade não pôde ser comprovada, mas o trecho visto pela Reuters coincide com uma foto que havia sido divulgada pela Al Qaeda em um site antecipando a exibição.
"Apesar de (os Estados Unidos da) América ser a maior potência econômica mundial e possuir o arsenal militar mais poderoso e moderno, e apesar de gastar nesta guerra e no seu Exército mais do que o mundo todo gasta em seus Exércitos, e sendo o principal Estado influenciando as políticas mundiais, 19 jovens conseguiram mudar a direção da sua bússola", disse Bin Laden no vídeo, referindo-se aos sequestradores do 11 de Setembro.
"O tema dos mujahideen se tornou uma parte inseparável do discurso do seu líder e os efeitos e sinais não estão escondidos. Desde o 11 (de setembro), muitas das políticas da América ficaram sob a influência dos mujahideen."
Bin Laden aparece sentado a uma mesa, vestindo uma túnica branca e bege e um turbante branco. Atrás dele, há um cartaz que diz, em inglês: "Uma mensagem do xeque Osama bin Laden ao povo norte-americano."
O militante de origem saudita parece cansado e pálido, mas sua barba está bem mais curta e escura do que na última aparição.
Tony Fratto, porta-voz da Casa Branca, disse que a gravação demonstra que "os terroristas estão por aí e estão tentando ativamente matar norte-americanos e ameaçar nossos interesses."
O último vídeo de Bin Laden havia surgido na véspera da eleição presidencial dos EUA em 2004. Desde então, várias gravações de áudio foram atribuídas a ele, sendo a última em julho de 2006, quando prometeu que a Al Qaeda combateria os EUA no mundo todo.
Algumas fontes de inteligência sugerem que Bin Laden tenha minimizado suas aparições para maximizar seu impacto, talvez reservando a próxima para coincidir com algum ataque dramático.
Outros dizem que o quinquagenário Bin Laden, que supostamente sofre de um grave problema renal, pode estar doente ou escondido demais para fazer e difundir gravações freqüentes.

(Fonte: Agência Reuters)