
Já faz tempo que não é mais possível disfarçar o esquerdismo da grande mídia e, aliado a isso, como todo bom comunista, o expediente da mentira e da falsidade para projetar suas idéias. Mas domingo último, dia 14/11, a Rede Globo se superou. Numa reportagem sobre o guerrilheiro argentino Ernesto Guevara de la Serna, o “Che”, no programa semanal da família brasileira, o Fantástico, não apenas elevou o sanguinário ao nível de herói de guerra - como era de se esperar -, mas efetivamente o elevou à categoria de santo. Um verdadeiro atentado contra o bom senso. Em resumo, a matéria do Fantástico foi um verdadeiro rito de beatificação de um sujeito que além de ateu, como todo bom marxista/comunista, era também anticristão.
Para quem não sabe, Che Guevara iniciou sua vida pública como companheiro de Fidel Castro, na guerrilha de Sierra Maestra, que prometia devolver a liberdade aos cubanos (à época vítimas de outra ditadura, a de Fulgencio Batista), mas que terminou por implantar um regime comunista de partido único, na ilha-prisão.
Vitoriosa a Revolução, Guevara participou de centenas de fuzilamentos de partidários de Fulgencio Batista no “Paredón”. Depois foi premiado com a Presidência do Banco Central de Cuba. Como não entendia nada de economia, mas só de guerrilha e de fuzilamentos, acabou por arruinar o banco, agravando ainda mais o estado lastimável da economia cubana. Depois foi mandado para fazer outras revoluções na Venezuela, Congo e Bolívia. Nesses países, muita gente inocente foi imolada. Por essa época, década 60 do século passado, Che Guevara elogiou, através dos meios de comunicação, a Revolução Cultural chinesa, feita por Mao Tsé Tung. Nessa Revolução Cultural, o tirano chinês comandou a morte de milhares de pessoas. Teve casos de chineses que morreram porque usavam calça jeans.
Não obstante, a ideologia cruelmente assassina que motivava Che e seus camaradas nem sequer foi mencionada pelo Fantástico, que preferiu entrevistar uma senhora boliviana que construiu um altar para cultuar o assassino e louvar a alma desse sujeito realmente divino.
Há tempos que a sociedade está sendo vítima de uma grande campanha de inversão de valores, onde policial se tornou sinônimo de bandido, militar sinônimo de sujeito cruel e despudorado, ao mesmo tempo em que bandido tornou-se sinônimo de justiceiro excluído e, agora, assassino passou a ser santo.
Pior que isso é que, sobretudo os jovens que assistem um crime televisivo como aquele patrocinado pelo Fantástico acabam sendo vítimas da desinformação e vão procurar inspirações para suas almas bem intencionadas em sóciopatas travestidos de justiceiros e amantes da paz. Não é à toa que Che Guevara tornou-se um ícone para a juventude bem pensante, transformado-a em idiotas úteis a serviço de uma ideologia funesta.
Talvez, domingo, o culto seja para outra alma divina que, esquecida pela Igreja, a mídia presta socorro e o santifica no altar do secularismo.
Para quem não sabe, Che Guevara iniciou sua vida pública como companheiro de Fidel Castro, na guerrilha de Sierra Maestra, que prometia devolver a liberdade aos cubanos (à época vítimas de outra ditadura, a de Fulgencio Batista), mas que terminou por implantar um regime comunista de partido único, na ilha-prisão.
Vitoriosa a Revolução, Guevara participou de centenas de fuzilamentos de partidários de Fulgencio Batista no “Paredón”. Depois foi premiado com a Presidência do Banco Central de Cuba. Como não entendia nada de economia, mas só de guerrilha e de fuzilamentos, acabou por arruinar o banco, agravando ainda mais o estado lastimável da economia cubana. Depois foi mandado para fazer outras revoluções na Venezuela, Congo e Bolívia. Nesses países, muita gente inocente foi imolada. Por essa época, década 60 do século passado, Che Guevara elogiou, através dos meios de comunicação, a Revolução Cultural chinesa, feita por Mao Tsé Tung. Nessa Revolução Cultural, o tirano chinês comandou a morte de milhares de pessoas. Teve casos de chineses que morreram porque usavam calça jeans.
Não obstante, a ideologia cruelmente assassina que motivava Che e seus camaradas nem sequer foi mencionada pelo Fantástico, que preferiu entrevistar uma senhora boliviana que construiu um altar para cultuar o assassino e louvar a alma desse sujeito realmente divino.
Há tempos que a sociedade está sendo vítima de uma grande campanha de inversão de valores, onde policial se tornou sinônimo de bandido, militar sinônimo de sujeito cruel e despudorado, ao mesmo tempo em que bandido tornou-se sinônimo de justiceiro excluído e, agora, assassino passou a ser santo.
Pior que isso é que, sobretudo os jovens que assistem um crime televisivo como aquele patrocinado pelo Fantástico acabam sendo vítimas da desinformação e vão procurar inspirações para suas almas bem intencionadas em sóciopatas travestidos de justiceiros e amantes da paz. Não é à toa que Che Guevara tornou-se um ícone para a juventude bem pensante, transformado-a em idiotas úteis a serviço de uma ideologia funesta.
Talvez, domingo, o culto seja para outra alma divina que, esquecida pela Igreja, a mídia presta socorro e o santifica no altar do secularismo.
Por Lucas Mendes.
P.S: Espero que algum incauto que ainda idealiza esse ser funesto leia este post.


